Conversando Sobre o Amor

Conversando sobre o amor

Rodrigo S. de Oliveira

Esses dias eu li uma pesquisa sobre sexo e fiz um teste que propunham. Havia algumas perguntas e respostas A, B, ou C para cada pergunta, mais letras A te classificava num tipo de pessoa, mais letras B em outro tipo e assim por diante. Eu me enquadro no tipo A segundo a pesquisa, o tipo preocupado com dar e receber carinhos, que valoriza a relação. Fui olhando nas outras respostas depois e olhei o resultado delas. Uma coisa me chamou muita atenção, as respostas para a letra C, o tipo mais egoísta, era praticamente os comentários que muitos homens costumam dizer. Coisas como: Você gosta de fazer sexo para: A) dar e trocar carinhos; B) saciar o desejo seu e do parceiro; C) matar o tesão, relaxar e dormir melhor. É comum homens dizerem entre si: “Bom é chegar em casa, cansado do trabalho, ai você faz sexo, esgota e dorme tranqüilo.”

Credo! Parece não ter nenhuma consideração pela outra pessoa.

Exatamente. Pouca ou nenhuma consideração pela outra pessoa, nem parece uma relação, foi isso que pensei e as outras respostas refletiam isso também.

Não consigo me ver em uma relação dessa forma. Eu gosto de carinho. De dar carinho e de receber. Gosto de dizer o que quero e o que ele gosta, dentro dos meus limites, claro.

Eu sou bem carinhoso também. Uma guria me disse uma vez: “se você não tivesse me avisado que era assim tão carinhoso, eu acharia que está apaixonado”. Um conhecido meu reclamou há algum tempo que a mulher não o procura. Até procura, mas bem pouco, segundo ele ela é sexualmente tranqüila, faz uma vez por mês se for por ela. Mas a julgar pelo que ele me diz, ele parece só pensar nele. E o homem e a mulher ter ritmos tão diferentes assim prejudica a relação como um todo. A mulher é obrigada a fazer sexo sem vontade às vezes para atender o desejo do marido e pra ele parece que ela está fazendo um favor pra ele quando transa com ele. Isso o faz ter que buscar o sexo com uma pequena insistência, ter que marcar horário e dia, senão ele fica sem. Escutei comentários como: deixa isso ai, não vai se cansar que hoje à noite eu quero ou vou ali e já volto, não vai dormir… Isso não é legal numa relação.

Nossa! Isso não é pra mim _disse ela rindo. Essa coisa de marcar horário e dia. Quando um tem vontade procura o outro e se rolar rolou. Acho melhor dizer que não está com vontade do que fazer sem vontade. Mas as mulheres fingem muitas vezes. Muitas usam o sexo para prender o homem. Eu sei disso. Se bem que sou bem inexperiente. Bem bobinha nisso ainda.

Há um algum tempo atrás, com toda minha sabedoria de 18 anos, eu escrevi a seguinte frase num caderno: o erro básico nas relações humanas é pensarmos que as pessoas sabem se relacionar. Alguns são espertos, outros bobos, uns entendem como as coisas funcionam, outros não, mas a maioria ignora coisas bem básicas que os fariam viver bem melhor. Ele, por exemplo, quer ter um bom relacionamento com ela, mas está preso a certos modos de pensar e não sabe como mudar. Nem sei se quer mudar também.

Não entendo porque esse cara é assim com a esposa dele. Se fosse com outra pessoa até poderia entender, mas é a esposa dele.

Ele me disse esses dias: casei pra ter sexo todo dia, sem precisar correr atrás.

Que tem na cabeça de uma pessoa dessas?

Não para por aqui, ele voltou a ligar pra uma guria com quem ele traiu a esposa uma vez.

Minha nossa! Esse cara deve ter se arrependido de se casar com essa mulher já que ela não gosta tanto de sexo. Se não gosta da pessoa pra que casa?

Se fosse só ele que é assim dava-se um jeito. Conheço outro cara que me disse que seu sonho é ficar com uma dessas menininhas de treze pra dezesseis anos, dessas bobinha e bonitinha, engravida-la e os pais obrigarem-na a casar, assim ele tem sexo todo dia.

Imagina que esse cara engravida uma menina nova, a vida dela em parte acabou.

A vida não acaba, mas dá uma guinada inesperada, sabe-se lá o desfecho, mas é claro, é provável que se arrependa de ter tido filhos tão cedo e de casar tão cedo.

Pior é o filho. A maioria dessas meninas nem sabe cuidar. Acham que é uma boneca que está segurando nos braços.

O curioso ainda é que, no caso do primeiro, ele mal consegue ficar longe da mulher muito tempo, diz ama-la de verdade e se ela o trair ele provavelmente mata o cara.

Obvio. Homens não aceitam ser traídos.

Eu aceito, falo pro cara: valeu por me mostrar que ela não vale nada, e me separo.

Fala sério. Tipo de cara assim pra mim não deveria nem existir.

Mas falando assim podemos dar a entender que essas pessoas são monstros sem nenhum sentimento, não é o caso. Em meio a todas essas características, essas mesmas pessoas manifestam atitudes tão dóceis, tão humanas… Possuem relações verdadeiras também. O conhecido de que falei direto tira uns cinco reais e dá para aqueles gurizinhos de porta de supermercado. Se você o vê-se brincando com a filho dele, parece ser o melhor pai do mundo e uma pessoa humana.

É um gesto bonito. Acho que no fundo ele tem bom coração. Conheço pessoas assim também, amigas e prestativas comigo, por exemplo, mas perversas com outras. Mas fico com pena das mulheres que enfrentam isso.

Muitas mulheres se tornaram fortes e sabem como enfrentar isso. Não demora muito serão os homens que serão frágeis aos olhos das mulheres, para algumas já o são. Mas ainda tem aquelas que não conseguem ter essa autonomia e esperam o homem que cuidará delas, que as protegerá e tomara as decisões difíceis e importantes por elas. Muitas mulheres sofrem do Complexo de Cinderela, estão à espera de um príncipe: os homens são todos mal e pervertidos, mas ela encontrara seu príncipe que a amará, não a trairá, será carinhoso e quem sabe rico e bonito. Estão no ciclo de sofrimento: lá por volta dos treze anos, mais ou menos, se apaixonam pela primeira vez, fazem desse amor sua vida, pensam que vão casar com ele, mas acaba claro, então elas sofrem, vivem um período de desilusão com os homens, se apaixonam novamente, acreditam ter encontrado seu príncipe, com esse vou casar, pensam. Quando acaba, sofrem novamente e passam um período de desilusão até se apaixonarem novamente e vai até realmente se casarem. Felizmente isso está acabando, mas ainda tem mulheres assim.

Não penso dessa forma. Quer dizer… Até entendo isso, mas sofro também. Isso não quer dizer que não sei disso. Entende?

Creio que sim. Imagine o seguinte esquema:

Nível 1: não percebe direito como as coisas funcionam, age como é comum agir.

Nível 2: percebe o que acontece, mas ainda age como é comum agir, o fato de perceber não muda sua ação.

Nível 3: percebe e entende o que acontece e isso muda seu modo de agir.

É difícil sair do nível 2 pro nível 3, não é?

Sim _ disse ela rindo.

Eu consegui isso muito cedo em algumas coisas, ainda estou tentando em outras. Aos 14 anos eu não entendia a religião, ou eles estavam errados, ou eu… Deus tem que existir Rodrigo, quantas pessoas devem ter estudado isso, quantas igrejas por ai, canais com missas, como você um molequinho de 14 anos vai dizer que não? Mas eu disse, bastou eu achar umas coisas. Sai do nível 2 pro 3 nesse aspecto. Enfrentei todo o meu mundo conhecido e disse não.

Cada caso é um caso. Cada um tem uma cabeça diferente. Você conseguiu fazer isso, mas muitos não conseguem.

Não creio que seja assim. Temos diferenças superficiais sim, mas no fundo somos parecidos, as diferenças emanam de uma fonte comum, ou muito parecida. Se quiser mudar por cima, precisa mudar lá em baixo muitas vezes. Reconheci isso fazendo filosofia.

É por isso também que você faz filosofia? Ou não?

É sim. Faço filosofia porque ela me ajuda a me construir. Faz-me perceber um monte de coisas. Ajuda-me a tomar as rédeas da minha vida. Caso contrário, dificilmente eu estudaria filosofia. Quantas vezes você não disse pra si mesma que iria mudar alguma(s) coisa(s) e acabou não mudando, não enfrentando hábitos, não enfrentando você mesma e seguiu do jeito que estava?

Várias vezes.

Essa é uma experiência comum a todo mundo meu anjo. Vê, não somos tão diferentes assim. A filosofia nos ajuda a mudar isso. Às vezes subestimamos nossos poderes sobre nós mesmos, achamos que temos mais controle sobre nós mesmos do que realmente temos. Como um fumante de longa data que diz que quando quiser para. A maioria não muda porque é difícil, nos auto-enganamos muitas vezes, arrumamos justificativas pra nossos defeitos e isso dificulta ainda mais. Mudar hábitos não é algo fácil.

Não mesmo, eu sei disso. Lembro de uma passagem muito interessante que li certa vez e é realmente uma pena que quando jovens dificilmente vemos valor nesse tipo de afirmação: Arrume pra ti desde cedo os melhores hábitos, assim não terá que lutar contra eles quando estiver mais velho.

Muito verdadeira mesmo. Fazer filosofia envolve enfrentamento também, ir contra a gente mesmo, entrar nessas zonas cheias de dúvida e conflito, os filósofos são muito corajosos por enfrentarem isso, muitas vezes perdemos o chão firme onde pisamos, poucos fazem filosofia mesmo porque isso dói, é complicado, mas o que se ganha vale a pena. Quando se conhece outras culturas, outros modos de pensar e vê os defeitos do seu próprio modo de ver as coisas, ficamos mais suscetíveis de mudar nossos hábitos. Por isso é impossível fazer filosofia de verdade sem alterar seu próprio modo de viver.

Interessante. Tirar da vida da gente aquilo com que nos acostumamos dói muito.

Mas comigo começou cedo e tive sorte de ir conseguindo mudar algumas e com isso fui ganhando confiança em mim mesmo, me sentindo forte, tive que me destruir primeiro, reconhecer que estava errado e então me reconstruir. E agora me sinto firme. A visão dos outros em alguns pontos são castelos de areia perto da minha fortaleza, mas eu fracasso em muitos pontos ainda. Quero me construir melhor primeiro, depois ajudar outros a se construírem.

Você fala em ensinar as pessoas a viver. Isso soa estranho.

Imagina eu chegando e dizendo, você está vivendo errado. Isso afronta seu estilo de vida e sua liberdade. Tem que saber como fazer isso sem ferir a pessoa, respeitando o que ela sabe, respeitando sua diferença.

Bom se me dissesse que não sei viver eu iria rir da sua cara e pedir pra você me ensinar como viver.

Por isso não funciona desse modo. Não podemos nos colocar na posição do ser superior que ensina um grupo de ignorantes, mas sim na humilde posição daquele que comunica um saber relativo a outros que possuem outro saber relativo. Ninguém tem conhecimento absoluto. Não existem sábios e ignorantes todos estão aprendendo. Existem graus de conhecimento, isso sim.

Eu creio que cada um é do jeito que é, muitas vezes pela falta de esforço é verdade, parece que é isso que você enfatiza, mas muitos são assim porque não conseguem mudar mesmo ou não querem mudar. Você tem uma visão fortificada, coisa que outros não têm. Muitos justamente por não terem força de construir uma visão assim ou porque não querem e pronto. Sentem-se felizes como estão. No fim penso assim: ninguém sabe se relacionar.

Inúmeras áreas do conhecimento estudam as relações humanas: a psicologia, as ciências sociais, a antropologia, a filosofia, a psiquiatria e etc. Se as pessoas conhecessem um pouco delas e aplicassem isso em suas vidas viveriam bem melhor, mais felizes. O auto-conhecimento pode te tornar as pessoas mais felizes. Sua fala sugere que as pessoas não podem mudar. Todos podem mudar se quiserem. O que falta é uma maior consciência crítica. O que você disse reflete bem o modo como as pessoas pensam. O problema que estamos discutindo é sobre a mudança de hábitos ou de traços do nosso caráter ou do nosso estilo de vida. As pessoas em geral são simplistas na interpretação dos problemas, não se aprofundam no que discutem e suas respostas são apressadas. Normalmente elas pensam que isso não leva a nada também, é um mero jogo de palavras, muito embora saibam do enorme poder de desabafar ou de ter alguém com quem conversar. Pensam pouco e de modo ingênuo sobre suas ações. Aceitam respostas superficiais normalmente na forma de ditados populares. Tudo isso as tornam frágeis para discutir problemas e tendem a fugir das discussões, evitarem o debate, expressões como: “cada um cada um”, “cada um pensa de um jeito”, “eu sou assim”, “religião não se discute”, “isso é assim mesmo”, entre outras mostram isso. Muitas coisas no discurso do homem comum dão a entender que crêem que a realidade é estática, que a realidade não pode ser alterada. Há um conformismo muito grande associado a isso. Mas isso são costumes, hábitos da nossa cultura que podem ser mudados.

Obrigada por dizer que sou ingênua _ disse ela rindo.

Ele riu junto com ela. Aqui eu rompo com os outros. Muitos no meu lugar mudariam de assunto ou usariam uma das típicas expressões para esses contextos: “cada um cada um”, “cada um pensa de um jeito” e etc. Tudo para evitar dizer o que pensa de verdade e para ser simpático. Gostamos de ser simpáticos, mesmo que para isso precisemos ser falsos. Mas com outras pessoas diriam o que realmente pensam. Como quando vamos a uma palestra e o palestrante fala alguma besteira, nos levantamos, batemos palma e vamos embora, mas quando nós reunimos para o café depois da palestra dizemos: ele estava falando besteira, não tem nada a ver. Fazemos críticas apenas nos bastidores. É comum em nossa cultura evitar o debate e isso tem péssimos resultados: poucos sabem defender o que pensam, porque raramente são cobrados dos seus motivos e razões, o diálogo é evitado e quando acontece quase sempre é superficial. Eu procuro ser sincero. É ingênuo o que você disse. Não estou ofendendo você, estou apenas questionando o que você disse. Você quer que eu diga cada um cada um ou que eu lhe mostre o porquê digo isso?

Quero que mostre claro. Não me senti ofendida, só brinquei _ disse ela olhando-o. Ele parecia muito concentrado, mas sorria. Como ele é diferente ela pensou.

Está presente na sua fala algumas características típicas da consciência ingênua:

– um misto de ardente esperança e renúncia da iniciativa própria. Digo isso porque você disse: “Até entendo isso, mas sofro também. Isso não quer dizer que não sei disso.”

– “revela uma certa simplicidade (…) na interpretação dos problemas, isto é, encara um desafio de maneira simplista ou com simplicidade. Não se aprofunda na causalidade do próprio fato. Suas conclusões são apressadas, superficiais.” Você em um parágrafo quis matar o problema. Ele é muito mais complexo do que isso. Nosso diálogo não vai resolvê-lo, isso exigiria pesquisas e estudos aprofundados, vamos apenas aumentar nossa consciência sobre o problema.

– Evita o debate, pois este significa possibilidade de confronto. Transforma aqueles que o criticam em inimigos. O debate é deslocado para a intriga de bastidores. Se eu comentasse com um amigo, falei com uma guria hoje, mas seu ponto de vista é ingênuo. Você não teria direito a uma defesa, seria injusto com você, por isso o fiz pessoalmente. Assim você pode me perguntar o porque e eu posso dizer meus motivos.

– “Há também uma tendência a considerar que o passado foi melhor. Por exemplo: os pais que se queixam da conduta dos filhos, comparando-a ao que faziam quando jovens.” Não é a toa que a palavra saudade só existe em português. Expressões típicas para isso: “bons tempos aqueles”, “onde é que vamos parar?”, “saudade de quando era criança sem responsabilidade alguma” e etc.

– Não levam a sério a investigação. Satisfaz-se com as experiências. Toda concepção científica para ela é um jogo de palavras. Suas explicações são mágicas. Por exemplo: “um calafrio acontece porque um espírito passou perto”, “coceira na orelha é que alguém está falando de você”, acreditam em simpatias, horóscopo e etc.

– São insensíveis as incoerências entre suas opiniões. Acreditam que Deus criou o mundo e na ciência, não obstante a ciência tenha outra opinião sobre a origem do mundo. Embora dependam dela, alguns negam a ciência.

– É frágil na discussão dos problemas. O ingênuo parte do princípio de que sabe tudo. Sua discussão é feita mais de emocionalidades que de criticidades. Sustenta suas crenças com base na emoção, não na razão.

– Possui um espírito sincrético que o leva a misturar aspectos de coisas diversas num ponto de vista. Na religião, por exemplo, mistura religiões diversas, gerando religiões também sincréticas (umbanda, quimbanda etc.), ou então adota atitudes religiosas inconsistentes (o católico que freqüenta reuniões espíritas ou que procura por um curandeiro).

– Diz que a realidade é estática e não mutável.

Note que nem mesmo esclarecemos bem qual é o problema que estamos tratando. Qual é o problema? É sobre a mudança de hábitos. Hábitos culturais podemos dizer. Exemplos de hábitos assim são: tendência a evitar o debate, considerar que as coisas não mudam, não melhoram, reclamar, mais do que fazer entre outros.

Todos sabemos que a tarefa primordial do educador é formar pessoas com espírito crítico e voltadas para a ação, ou seja, pessoas capazes de identificar o que constitui problema numa determinada situação, estabelecer as diretrizes para a solução do problema e agir eficazmente no sentido de corrigi-lo. Enfim…

Pra mim foi como eu te disse no começo, cada um é do jeito que é, cada pessoa tem um jeito diferente.

One Response to Conversando Sobre o Amor

  1. Josiel José da Silva says:

    Parafraseando o que foi dito no diálogo “é muita complexidade para poucas linhas”. Que conheço muita gente que é “movida pela estática” também é um fato. Mas as vezes fico me perguntando se tenho o direito de influenciar outra pessoa de modo a favorecer que ela se torne mais parecida comigo. Eu não sei até onde isso nos levará (à uma uniformidade de comportamentos? na forma de agir? de ser?). Quando atingi uma idade de aproximadamente 18 anos eu comecei a pensar em coisas como “que tipo de pessoa eu sou? qual o meu papel na sociedade? o que representa a opinião da sociedade sobre um assunto específico? entre outras que foram aos poucos vindo”. Neste período tive um contato com a educação forma de maneira significativa, estava descobrindo o mundo (era maior que o que eu poderia mensurar, mesmo vivendo 100 anos). Este foi um momento de intensos confrontos e negação de algum hábitos idolatrados pelas pessoas que me cercavam!… Enfim, adorei ler o texto. Sei que mudança traz medos, mas acredito muito na possibilidade de concretizá-la. Isso talvez seja por eu ser sagitariano (dizem que pessoas de sagitário são otimistas!!), opa!! brincadeira. Só para descontrair!!

    Abraço,

    JJ

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